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Metade dos homens europeus compartilham o mesmo DNA que Tutankhamon..

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Até 70 por cento dos homens britânicos e metade dos homens da Europa Ocidental estão relacionados com o faraó egípcio Tutankhamon, dizem geneticistas na Suíça. Cientistas com sede em Zurique no centro de genealogia, iGENEA, reconstruíram o perfil de DNA do menino Faraó, que ascendeu ao trono aos nove anos de idade, de seu pai Akhenaton e avó Amenhotep III, com base em um filme que foi feito para o Discovery Channel.

Os resultados mostraram que o rei Tut pertencia a um grupo de perfis genéticos, conhecido como haplogroup R1b1a2, a que mais de 50 por cento de todos os homens na Europa Ocidental pertencem, indicando que eles compartilham um ancestral em comum. Entre os egípcios modernos esse contingente de haplogroup é inferior a 1 por cento, de acordo com a iGENEA.

 

Réplica da máscara mortuária de Tutankhamon – Mostrada antes da abertura de uma grande exposição sobre o Antigo Egito chamada “Tutankhamon, seu túmulo e seus Tesouros”, em Bruxelas, 11 abril de 2011.

 

“Foi muito interessante descobrir que ele pertencia a um grupo genético na Europa – havia muitos grupos possíveis no Egito que o DNA poderia ter pertencido”, disse Roman Scholz, diretor do Centro iGENEA. Cerca de 70 por cento dos espanhóis e 60 por cento dos homens franceses também pertencem ao grupo genético do faraó que governou o Egito a mais de 3.000 anos atrás.

“Achamos que o ancestral em comum viveu no Cáucaso aproximadamente 9.500 anos atrás”, disse Scholz à Reuters. Estima-se que as primeiras migrações do haplogroup R1b1a2 na Europa começou com a expansão da agricultura em 7.000 a.C, de acordo com a iGENEA. O centro está agora usando testes de DNA para procurar os parentes vivos mais próximos do “Rei Tut”. “A oferta só foi divulgada há três dias, mas já vimos um monte de interessados”, disse Scholz à Reuters.

 

Fonte: http://www.china.org.cn/world/2011-08/02/content_23122205.htm

2 COMENTÁRIOS

  1. Os Europeus nunca pensaram!
    Foram os árabes quem ensinaram esses antigos homens da neve a pensarem, a serem cultos.
    Mas antes não passavam de homens selvagens e plagiadores.

    Hum…, vejam os gregos: Plagiou a mitologia Kemetica(dita egipcia pela concepção ilusória grega) muito bem. Nisso eles foram muito “inteligentes”!

    Agora me diz, o que tem haver um ser de origem Africana, com esses patifes euro-descentes??

    Ingleses compartilham o mesmo DNA com o Faraó Tutankhamon??? kkkkkkkkkkk

    Hum…, essa foi boaaa!! kkkkkkkkk

    • Olá Jean Roberto, tudo bom? Respeito sua opinião apesar de não concordar. O que você chama de plagiadores eu encaro como evolução. Se não fossem os gregos e as demais civilizações posteriores a egípcia trazerem o conhecimento daquela época, talvez saberíamos nada ou quase nada sobre o antigo Egito. E quanto ao estudo feito sobre o DNA, a pesquisa diz que o faraó Tutankhamon pertence a um grupo genético que alguns homens europeus fazem parte. Isso é uma prova científica do instituto iGENEA, agora se a afirmação estiver errada, o que eu acho pouco provável cabe então a quem discorde dela provar que isso é um equívoco. Espero ter ajudado, até mais.

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