Amarna: Estudos mostram que a capital de Akhenaton não era um paraíso..

A análise dos restos mortais de um cemitério na cidade de Amarna acabou de mostrar um novo e perturbador quadro do reinado do famoso faraó monoteísta, Akhenaton. Por volta de 1350 a.C, Akhenaton rejeitou o panteão de deuses egípcios tradicionais e mudou sua capital para Amarna, cerca de 200 quilômetros ao sul do Cairo moderno, onde estabeleceu uma religião dedicada ao culto do deus sol Aton.

 

Esqueletos de Amarna – Acesso em 13 de março de 2013 em http://news.nationalgeographic.com/news/

 

Entalhes nas paredes da antiga cidade egípcia de Amarna retratam um mundo de abundância. Bois são engordados em um quintal de gado. Armazéns cheios de grãos e peixes. Músicos fazem serenata ao faraó em um grande banquete de carne. (National Geographic News)

 

A arte do período de Amarna mostra uma cidade muito diferente da descoberta no cemitério. Restos mortais de crianças mostram que elas estavam desnutridas, atrofiadas e envolvidas em um grau elevado de falta de exercícios. Esqueletos adultos mostram evidências de um trabalho duro e com muitos feridos. “Temos muitas evidências nos esqueletos antigos do Egito que foram relatados até agora”, diz Jerome Rose da Universidade de Arkansas que termina com a seguinte reflexão: “Amarna é a capital do império egípcio. Deveria haver uma abundância de alimentos. Algo parece estar errado.”

 

Matéria completa (em inglês):

http://news.nationalgeographic.com/news/2013/03/130313-ancient-egypt-akhenaten-amarna-cemetery-archaeology-science-world/

 

 

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Sobre Administrador

Natural de Criciúma – SC, Graduado e Pós-Graduado em História pela UNIASSELVI – SC, com ênfase no Antigo Egito. Apaixonado pelos antigos egípcios e com planos de em breve estar definitivamente morando/trabalhando no Egito.